
Apesar de Libra ser reconhecida como a segunda língua oficial do Brasil, a inclusão de surdos na sociedade ainda está em um patamar muito distante do ideal. Olá, eu sou Maite Oliveira, Miss Brasília 2023, e vim apresentar para vocês o meu projeto social. Pensando nisso e buscando trazer algo inovador, surgiu o Brasília em Libras, projeto desenvolvido com a empresa Visos 360, que consiste basicamente em trazer uma imersão, um óculos de realidade virtual, apresentando Brasília através de um entupo de explicações em libras. O principal objetivo é aumentar a inclusão social e digital, além de promover a cultura da nossa cidade. É também gerar uma experiência única para usuários que muitas vezes encontram conteúdos sem acessibilidade. Geralmente, quando vai se visitar um lugar, as explicações sobre o local estão escritas em português. Dificilmente se encontram em braille ou libras, e assim dificultam o acesso à informação. O projeto piloto foi proporcionar essa visita turística com tecnologia e acessibilidade, mas os óculos também podem ser usados para fins educativos, auxiliando no aprendizado de surdos. A longo prazo e com mais investimentos, é possível notar benefícios como maior entrejamento na aprendizagem, inclusão social e digital e, claro, empoderamento dos jovens surdos. Com essa tecnologia, eles podem explorar novas formas de aprendizado e conexão com o mundo ao seu redor. Com a tecnologia, né, adaptando, evoluindo, eu achei muito perfeito, assim, parecia que eu estava lá ao vivo, tá? Eu vim do país da prevenção e agora eu estou morando aqui no Brasil. Legal, foi a primeira vez que eu tive essa oportunidade, então eu achei muito bom vocês me convidarem a assistir como exército, então isso é muito legal no futuro para a gente aprender a evoluir, então agradeço muito, sim. Eu acredito que a principal maneira de combatermos o preconceito e as demais dificuldades enfrentadas por esse público é através da disseminação de informações. As pessoas surdas podem e devem ter as mesmas oportunidades que as outras. A inclusão começa dentro de casa e é dever da comunidade contribuir para a diminuição dessas barreiras.


